VALVERDE _____________________________________________________________________
CONTATO
BIO
1979, Pelotas/RS. Vive e trabalha entre Pelotas e São Paulo.

Tomaz é bacharel em fotografia. Apresentou trabalhos solo no Festival de Live Cinema no Rio de Janeiro, no MIS – Museu da Imagem e do Som e no Kinolounge no Espaço Unibanco em São Paulo. Participou em mostras de video e cinema como Kurye International Video Festival em Istambul, Oslo Screen Festival em Oslo, Hovefestival em Arendal, Noruega e no International Video and Contemporary Art Festival Waterpieces em Riga, Letonia e de exposições coletivas como Brasiliens Gesichter, no Ludwig Museum em Koblenz, Alemanha, a mostra In-Sonora, em Madri, Espanha e na Red Bull Station em São Paulo, onde foi artista residente durante o segundo semestre de 2015. Foi também artista residente na Residencia Comunitaria, da Curatoría Forense em Lincoln / ARG em 2017 e em La Ira de Diós, em Buenos Aires em 2018. Em 2013 iniciou, junto com o antropólogo e escritor Luiz Eduardo Soares, o projeto DepoisDeJunho.com.

Em 2019 foi artista residente no Pivô, em São Paulo, participa da 21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, e das mostras coletivas Abraço Coletivo, no Ateliê 397, Dominó, na Casa da Luz, e O Que Não É Floresta É Prisão Política, na Galeria Reocupa, Ocupação 9 de Julho.

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Discuto as ideias de desaparecimento e ausência dentro de um campo que se estende da política à metafísica. Este interesse pelo campo do invisível, e as ausências 'retratadas', promovem incertezas a respeito de algumas das narrativas serem fábulas ou não. Porém meu processo tem base documental, e as pesquisas conceituais se iniciam invariavelmente a partir de observações no real. O registro em mídias serve mais à investigação sobre os temas do que como processo direto para a produção de material: entrevistas podem vir a se tornar textos, vídeos geram fotografias still. Ou o trabalho se desprende da observação inicial e envereda por experimentações conceituais no espaço, muitas vezes para acolher diferentes perspectivas e suas incoerências teóricas. Algumas premissas conceituais que orientam minha prática são: a ideia do Perspectivismo Ameríndio, que se apresenta com a criação de narrativas não hegemônicas e não lineares, e a análise do contexto do pensamento ameríndio e sua importância atual; o pensar a criação de uma Imagem Impossível a partir da incapacidade de retratar a Imagem da Ausência, onde as necessidades sociais e políticas, assim como as presenças afetivas, são sentidas por sua ausência nas múltiplas paisagens humanas e naturais (A Presença da Ausência); e Imaginar a América Latina na especificidade de seus Afetos (as formas latino-americanas de afetar e ser afetado).


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1979, Pelotas/RS - Brazil. Lives and works between Pelotas and São Paulo.

Tomaz holds a bachelor's degree in photography. He has presented solo works at the Live Cinema Festival in Rio de Janeiro, at MIS - Image and Sound Museum and at Kinolounge at Espaço Unibanco in São Paulo. He has participated in video and film shows such as Kurye International Video Festival in Istanbul, Oslo Screen Festival in Oslo, Hovefestival in Arendal, Norway and the International Video and Contemporary Art Festival Waterpieces in Riga, Latvia and collective exhibitions such as Brasiliens Gesichter in the Ludwig Museum in Koblenz, Germany, the In-Sonora show in Madrid, Spain and at the Red Bull Station in São Paulo, where she was a resident artist during the second half of 2015. She was also an artist residing in the Residencia Comunitaria, Curatoría Forense, Lincoln / ARG in 2017 and in La Ira de Diós, in Buenos Aires in 2018. In 2013, together with the anthropologist and writer Luiz Eduardo Soares, he started the AfterJunho.com project.

In 2019 he was a resident artist at Pivô, in São Paulo, participated in the 21st Biennial of Contemporary Art Sesc_Videobrasil, and the collective shows Abraço Coletivo, in Ateliê 397, Dominó, at Casa da Luz, and O Que Não É Floresta É Prisão Política, in Galeria Reocupa, Ocupação 9 de Julho.

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I discuss the ideas of disappearance and absence within a field that extends from politics to metaphysics. This interest in the field of the invisible, and 'portrayed' absences, prompts uncertainty about some of the narratives being fables or not. But my process has a documentary basis, and the conceptual researches invariably start from observations in the real. Media registration serves more to research on themes than as a direct process for producing material: interviews may turn out to be texts, videos generate still pictures. Either the work is detached from the initial observation and envereda by conceptual experiments in space, often to welcome different perspectives and their theoretical incoherencies. Some conceptual premises that guide my practice are: the idea of ​​Amerindian Perspectivism, which presents itself with the creation of non-hegemonic and non-linear narratives, and the analysis of the context of Amerindian thought and its current importance; to think of the creation of an Impossible Image from the inability to portray the Image of Absence, where social and political needs as well as affective presences are felt by their absence in the multiple human and natural landscapes (The Presence of Absence); and Imagine Latin America in the specificity of its Affects (the Latin American ways of affecting and being affected).
DEPOIS DE JUNHO
EIN KLÖTZEL ARCHIV_________________________________________________
HOME ____________
O ADJETIVO NEGRO________________________________
CADERNOS PARA QUEIMAR_______
EL PARSIFAL ENTRE DOS CAMPANAS_______
OUSADIA, MAJESTADE!______
METEORA ________________________________________________
Links
Red Bull Station 2015 / São Paulo
Comunitaria 2017 / Buenos Aires Provincia
La Ira de Dios 2018 / Buenos Aires
Pivô 2019 / São Paulo
21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc Videobrasil